Muitas pessoas, ao descobrirem que têm doença celíaca ou intolerância ao glúten, correm para substituir a farinha de trigo pela farinha de arroz. É uma tentativa natural, mas que geralmente leva a um resultado decepcionante: massas quebradiças, secas ou esfarelentas, bolos densos e pães com textura arenosa.
O motivo é simples, mas pouco falado: a farinha de trigo não tem apenas sabor, ela tem funções estruturais na receita. O glúten atua como uma “cola natural”, proporcionando elasticidade, liga e retenção de gases da fermentação.
Por isso, substituí-la exige conhecimento básico sobre o funcionamento das farinhas alternativas.